sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Amor ou doença?

por Jú Nunes,

Este ano de 2010, nós brasileiros, contamos com dois casos de assassinato, que nos chamou muito a atenção, pois os supostos assassinos eram ninguém menos, que os próprios parceiros das vítimas. Acho difícil encontrar alguém que não ouviu falar nestes últimos meses, sobre Mércia Nakashima e Eliza Samudio.No caso Mércia que era uma advogada, e ficou desaparecida há mais de duas semanas.
A busca foi concluída no dia 11 de junho, pois encontraram o corpo da advogada a beira de uma represa na cidade de Nazaré Paulista, na Grande São Paulo, e o carro da mesma estava afundado na represa, a 4 metros de profundidade. Detalhe: o acusado, é um ex PM, o mesmo teve sua prisão decretada, mais entrou com um recurso que revigorou a decisão, mas um dos delegados afirma, o ex PM é o assassino de Mércia, se preso, pode pegar de 16 á 20 anos de prisão.
No segundo caso, o de Eliza Samudio, o caso está ainda num imenso mistério, pois seu corpo ainda não foi encontrado, porém o suposto assassino, que é um goleiro famoso, do qual Eliza era amante, está preso, pois no seu carro e segundo testemunhas, tem muitas evidências de que ele é realmente o culpado. O mesmo se mostra sempre muito, “relaxado” com este caos todo, o que evidencia mais ainda, o quão frio o mesmo é, o tornando capaz de cometer um crime como este.Nos dois casos, o motivo pelo qual os supostos assassinos teriam matado as duas, é muito banal, nenhum motivo explica um assassinato, mas esses dois, foram realmente bárbaros.
No primeiro caso, dizem ter sido por ciúmes, e no segundo, por Eliza ter um filho do goleiro, e o mesmo não querer pagar pensão e nem que aparecesse notícias na mídia. Agora me pergunto e lhes pergunto, como duas pessoas, que tem um presente/futuro nas mãos, tem uma vida boa, podem ser capazes de fazer uma barbaridade como esta, e ainda com suas parceiras, mulheres das quais, podemos imaginar, que chegaram a falar que as amava, que tipo de amor é esse?
É, deixo está pergunta sem resposta, porque esses não foram os únicos casos de amor doentio, e do jeito que anda as coisas, provavelmente não será o último, pois hoje em dia realmente parece que o amor para algumas pessoas, virou sinônimo de doença.

Para mais informações sobre os dois casos, ou outros mais antigos, acesse: www.g1.com.br ou www.globo.com

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