sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Livro digital

por Luise,

Então leitor, eu estava na internet e achei uma notícia sobre a bienal do livro, que está acontecendo em São Paulo. Não sei você ficou sabendo, mas tem uma novidade nesta bienal: está sendo lançado o livro digital.

A notícia falou o seguinte: “livro digital veio para ficar, mas não para substituir”. Explicando, se você vê a quantidade de sacolas circulando entre as pessoas, não dá para dizer que o livro impresso está no fim. Entretanto, o e-book, como é chamado, não é exatamente impopular, apesar de ser pouco conhecido. Com números, podemos dizer isso mais claramente: 67% das pessoas entrevistadas pela GFK(4ª maior empresa brasileira de pesquisa do mercado brasileiro) não sabiam o que era e-book.

Se você leitor está pensando em: qual formato eu escolho? Regina Drummond, que é escritora, responde esta pergunta: “fique com os dois”.


Agora vou explicar os porquês de todo mundo não correr para o livro digital. Um obstáculo é o fato que somente 10 milhões de brasileiros terem internet banda larga. Outro motivo é o preço dos e-books. Para se ter uma ideia, o Mix Leitor-d, que é um livro disponível no Brasil, custa 890 reais. Tem outro, chamado Cool-er, produzido pela empresa Gato Sabido, ele custa 599 reais. Ele tem o sistema semelhante ao do Kindle, que não é vendido no Brasil. A empresa Positivo também lançou um, que se chama Alfa, que tem toque na tela e conta com dicionário Aurélio. Este fica no preço de 700 reais.

Agora a vantagem principal dos e-books: eles custam 30% a menos contra os livros impressos. Entretanto, Regina Drummond e Ednei Procópio, que é “sócio-fundador da Giz Editorial e membro da Comissão do Livro Digital da Câmara Brasileira do Livro”, afirmam que é possível que consigamos aproveitar as vantagens de cada forma de ler. O livro digital tem a vantagem que ele tem espaço para colocar vários obras em um único aparelho. O prazer de virar as páginas e sem necessidade de preocupação com baterias e/ou cuidados especiais são insubstituíveis.
Com isso, Ednei afirma que o futuro do livro não é digital nem impresso: são ambos.
Se você quiser mais informações, acesse:

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