quinta-feira, 12 de maio de 2011

PRECONCEITO: grande problema para os brasileiros e para o mundo

por Guilherme Zanco,


Olá, sejam todos bem vindos ao Blog da 8ª série B do CA/UFSC. Estou aqui para falar sobre um assunto que incomoda muita gente, pois a grande maioria da sociedade já sofreu algum tipo de preconceito, seja ele: racismo, homofobia, classe social, ou até, sobre o local (bairro) em que a pessoa mora.

Racismo é o nome dado ao preconceito à cor da pele da pessoa, seja ela branca, morena, amarela... Isso ocorre frequentemente nos esportes, onde os torcedores, ou até mesmo os jogadores tem algo contra a cor da pele do integrante da equipe adversária. Há alguns dias atrás, em um amistoso entre as seleções de Escócia e Brasil, ocorreu um exemplo de racismo: um torcedor da seleção Escocesa jogou uma banana no gramado, tentando atingir o jogador Neymar, da seleção brasileira (que é negro). O torcedor teve a infeliz intenção de chamar o camisa 11 de "macaco".

Homofobia, (para mim, o tipo de preconceito mais difícil de ser contido, pois há muita gente com algo contra os gays, lésbicas, etc.). É um termo utilizado para identificar o ódio, a discriminação de uma pessoa contra homossexuais. É muito comum no Brasil, ocorre em qualquer local. Pode ser uma risada, um xingamento, ou até, agressão física. Isso tudo faz parte do termo homofobia. Como eu adoro esporte, vou citar mais um exemplo que tenha a ver com esse assunto: na semi-final da superliga masculina de vôlei, entre Cruzeiro e Vôlei Futuro ( em Minas Gerais , casa da equipe cruzeirense), o jogador Michael (do Vôlei Futuro) sofreu de homofobia durante a partida, no seu decorrer, a torcida da casa o xingava. Dois ou três dias após o jogo, o jogador assumiu sua homossexualidade. Para não “queimar” nossos amigos mineiros, gostaria de dizer que duas semanas depois, ocorreu outra partida, na mesma situação, então a torcida cruzeirense se desculpou do jogador com cartazes e gritos de apoio.

Classes sociais: também há um preconceito muito grande nesse aspecto. Seja contra a “classe baixa” (classe social de pouca renda salarial, na maioria das vezes é humilde, portanto, sofre preconceito por não ter o dinheiro ou a fama que certa pessoa tem).

Mas eu quero mesmo é falar sobre o preconceito contra ricos, e o que eu vou dizer não é de minha autoria, Felipe Neto é um ator, que além disso, faz vídeos em sua própria casa, falando sobre algo polêmico. O que eu achei muito interessante, dito por ele foi mais ou menos isso: “Só porque o cara nasceu pobre, quer dizer que ele é melhor que o rico, pois o pobre faz questão de dizer: eu vim de família humilde e consegui me tornar famoso... O cara que nasce rico, nasceu rico, ele não teve opção, vai ter que conviver com isso para o resto da vida, o que não significa que ele valha menos ou seja mais babaca.”

Então, podemos perceber que existem muitas formas de preconceito. E a sociedade continua insistindo em provocar, bater, ignorar e muito mais. Tudo contra o estilo das pessoas citados no texto.

Depende de cada um de nós para mudar o mundo, é só você fazer a sua parte.

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