sábado, 30 de junho de 2012

2NE1


por Geilza,                                       

2ne1 é um grupo de k-pop (pop coreano) de girl group sul-coreano formado pela empresa YG Entertainment. No ano de 2009 suas integrantes foram CL (a líder do grupo), Minzy,Bom e Dara. As integrantes falaram em uma entrevista que o significado de 2ne1 é “Nova evolução século 21’’ .Os fãs de 2ne1 se auto denominam de "Blackjacks" por ser o nome de uma carta de baralho com o valor 21.

 O Grupo fez seu debut (a primeira apresentação de um grupo) com a música “Fire’’, e depois o grupo lançou com CD com as músicas: "Lollipop", "Fire", "I Don't Care", "Follow Me", "Go Away", "Lonely" e "I Am The Best". Lollipop foi uma música que teve a parceria do grupo Bigbang também formado pela empresa YG Entertainment  que quis formar uma  versão feminina do Bigbang .

Uma curiosidade sobre a integrante do grupo Dara é que ela é  irmã do Thunder que está no grupo MBLAQ.

Disponibilizo abaixo o vídeo “Lollipop’’ que é uma parceria da 2ne1 com o Bigbang e um do MBLAQ.



quarta-feira, 20 de junho de 2012

AKB48


por Geilza,


No Japão, Yasushi Akimoto criou um grupo de garotas que dançam,cantam e atuam principalmente para se apresentarem em um teatro desenvolvido especialmente por ele, no oitavo andar do edifício Don Quijote, em Akiahabaro, Tókio.

A primeira audição teve a participação de 7.924 garotas, porem somente 24 foram escolhidas para formar o grupo, e somente 20 fizeram sua estreia oficial que mais tarde fora reconhecidas como garotas de Team A . Um tempo depois foram feitas audições para fazer a escolha do Team K, onde apenas 18 garotas foram escolhidas.

Em outubro de 2006, foi feita uma audição para formar o último Team do AKB48, o Team B onde dessa vez foram escolhidas apenas 13 garotas. Em Abril de 2007 foram feitas modificações, o grupo alcançou o número de 48 integrantes e agora cada Team tem 16 integrantes, a líder do Team A é Minami Takahashi, a líder do Team K é Sayaka Akimoto e a líder do Team B é Yuki Kashiwagi.

Em Fevereiro de 2006 o grupo lançou seu single de estreia “Sakura no Hanabiratachi”, o single vendeu 22.011 na primeira semana.

Abaixo colocarei o vídeo do single “Sakura no Hanabiratachi”.

     
 

UFC


por Mateus,

UltimateFightingChampionship (UFC) é uma organização esportiva que foi criada nos Estados Unidos em 1993, hoje em dia ela é a luta que mais se destaca e está crescendo cada vez mais no Brasil, principalmente entre os jovens, porém muitos não sabem o que realmente significa, quais são as regras e as principais características desta. 

O UFC engloba vários tipos de artes marciais, muaythai, jiujitsu, karatê, boxe entre outras. As categorias de lutas são divididas por pesos, peso-leve, peso meio-médio, peso médio, peso meio-pesado, peso pesado e peso super pesado, mas os mais conhecidos são peso pena (de 61.2 kg até 65.7 kg), o peso leve (de 65.7 kg até 70.3 k) e o peso médio (de 77.1 kg até 83.9 kg).

Existem algumas formas de vencer uma luta, nocaute doadversário, imobilização, e as decisões dos juízes. São três juízes, que ficam em lugares estratégicos no octógono, e ao final do round dão as notas a partir dos golpes dos lutadores, e no final da luta quem somar mais pontos sai como vencedor. Dependendo da luta os rounds são diferentes, se uma luta estiver valendo cinturão ou título, é uma luta de 5 rounds de 5 minutos, e se for uma luta normal é 3 rounds de 5 minutos. 

Para que nenhum acidente grave ocorra com os lutadores, para segurança, são obrigatórios os usos de  equipamentos que protejam partes de seu corpo, todas a lutas tem que ter paramédicos; todos os lutadores precisam usar protetores bucais, usar luvas, protetores genitais;precisam disso para ter uma boa luta.

terça-feira, 19 de junho de 2012

A Psicodelia volta, mas volta modernizada e contando com uma banda diferente

por Júlia,

Eu queria compartilhar com a turma um pouco do texto que fiz para aula de português. Também queria agradecer meu amigo Luiz Henrique por ter me dado informações sobre Of Montreal, banda falada já no começo desse blog. Ele quis que eu fizesse este outro texto pois também sente que devia ter especificado mais a importância da banda, nisso ele então me disponibilizou sites e locais onde eu pudesse procurar sobre o grupo.

Num cenário de angústia, injustiça social, tirania do governo e pobreza, surge um estilo musical com visíveis traços da musica Black (Blues e R&B) e que tem a fama de contra cultura. Ela é adotada pelos jovens e logo faz sucesso iminente no país, estamos falando do rock. O rock permite um ato de atitude junto a arte, assim passmos pelos primeiros compositores a utilizarem desse instrumento inspirador. Veremos primeiramente Chuck Bass, mais tarde Elvis Presley, e por em diante contamos com os muitos músicos clássicos na história.

Porém, Janis Joplin, Jimi Hendrix, Jim Morrison e vários outros artistas, nunca poderiam contar com o que se seguiria da música no futuro, e não estamos falando dos famosos Beatles, nem do conturbante Metal ou dos dançantes hits pop de Madonna ou Michael Jackson. Com o passar décadas os gêneros como o Rock, com as guitarras elétricas e um palavreado mais jogado, o Pop e suas baladinhas dançantes, o Punk com sua atitude e rebeldia, o New Wave e muitos outros, foram apenas algumas dos estilos e artistas a inspirarem Of Montreal, um grupo que formado em Atlanta, Georgia nos Estados Unidos, que tem uma musicalidade totalmente eclética e que pode ser caracterizado como uma das principais bandas do Neopsicodelismo, um segmento inovador dentro da música Indie.

Indie, já é sigla de movimentos alternativos que usavam fluentemente dos critérios do New Wave: o uso dos amplificadores, dos distorcedores e do pós-punk, nos Estados Unidos e que seguiu a Europa. Porém o Indie é na verdade sigla de independente, pois antigamente estas bandas que tentavam utilizar critérios da música passada com referencias inovadoras, gravavam sem as gravadoras, na garagem ou em locais abandonados. Já hoje em dia com o apoio da mídia e a expansão de artistas que fundaram o movimento, como os da banda The Strokes ou como seus precedentes como Arctic Monkeys, já fecharam contrato com famosas gravadoras o que sucedeu com várias outras bandas e artistas.

Tal como com Of Montreal, que no começo de sua carreira começou com produções caseiras e que agora fecha contrato com a Polyvinil. Esse movimento que começou com um simbolismo justo, acabou se esvaindo, pois apartir do momento que as bandas começaram a ter repercusão na mídia, a oferta é muita das gravadoras, acaba sendo maior do que a arrecadação nos shows. Porém ainda segue muitas vezes as gravações nas garagens ou em lugares arranjados, e se não fosse assim talvez  o mundo não tivesse o conhecimento de Of Montreal.

A banda adota o Indie e o Neopsicodélico com características bem próprias. A Neopsicodelia como já diz o nome (neo: novo e psicodelismo) é uma tentativa da modernização da Psicodelia, que era muito empregada nas composições musicais dos anos 60, quando o movimento hippie se propagava pelo mundo. Esse movimento era quando os jovens lutavam pelo amor livre e paz. Artistas como: Janis Joplin, Jimi Hendrix e vários outros, ultilizavam a Psicodelia (termo inspirado nas drogas psicóticas, como o LSD, que davam alucinações) em suas músicas na forma sonora, com barulhos ou sons confusos que condiziam com algum sentimento ou surrealidade. O grupo segue esses princípios, avançando ainda para uso de imagens coloridas, shows inovadores e criativos, sempre usando da imaginação.

A banda é formada basicamente por cinco compositores principais: Kevin Barnes, vocalista, Bryan Poole, guitarrista, Dottie Alexander, tecladista, Jamey Huggins, baixista, e Davey Pierce, guitarrista. Formada em 1998, ela tem como principal compositor Kevin, que se coloca muito pessoalmente em suas músicas e demonstra ao público todo um sentimento de afeto. Mas ainda assim, apesar dos cinco representantes há sempre muitos convidados e participantes, chegando as vezes a mais do que dez. Isso por que a banda além de representar o cenário alternativo relativo a Psicodelia é também um grupo de teatro: “Eu sempre digo que nos sentimos muito mais como atores, como nós estamos dando um script suculento, é nosso  trabalho interpretá-lo.”, diz Jamey Huggins, baixista e sub vocal da banda, na entrevista deste ano com SALMON OF ROCK , blog dos Estados Unidos. E neste comentário, Jamey não se refere apenas metaforicamente de sua função como ator dentro da banda, as peças são realmente realizadas, onde dentro podem se encontrar muitas das músicas dos álbuns das bandas.

Por sorte dos fãs e ouvintes, as performances teatrais não estão disponibilizadas apenas em grandes salões de teatro como se é esperado, o grupo faz toda uma alegoria de imagens e de histórias em seus próprios shows, que contam com variados personagens e muito brilho. E é nessa animação que Of Montreal segue com seu décimo primeiro álbum lançado em abril deste ano, seu nome é Paralytic Stalks, nome inglês que significa Talos Paralíticos, tem nove faixas, em que uma delas não passa de sons estranhos e eletrônicos. Esse álbum não só demonstra um amadurecimento do grupo, mas uma visão totalmente diferente dos acontecimentos com a banda, há talvez até uma declaração de tristeza nas melodias elétricas. Luiz Henrique Nicolau, é um estudante de 14 anos veemente fã dessa banda, e coloca que nesse álbum, não só as sonoridades são mais profundas, mas, a própria linguagem traz algo mais metafórico e poético.

Esquecendo o presente da banda e voltando ao seu passado, vemos uma sensibilizante alegria e baladinhas românticas, que depois transformaram-se em melodias um pouco confusas e quebradas, que deram até muito reconhecimento a banda. E foi por aí que mais ou menos o grupo seguiu a Neopsicodelia, “Quando escutava aquelas músicas antigas eu me perguntava se não seria a coisa mais genial que eu já tinha ouvido”, disse novamente Luiz Henrique em nossa entrevista. A banda partiu de suas belas composições para uma pegada bem mais intensa, transformando-a totalmente. Ela passa também a transformação já falada anteriormente, a do Indie “cru”, dos anos 90, que consistia na gravação caseira e agora praticamente já não é mais usado esse conceito.

Foi nesse passado e agora no nosso presente, que Of Montreal talvez não possa ser “a coisa” mais genial existente, mas, marca mais um traço de inovação e atitude no mundo da música. A banda não veio apenas para trazer baladinhas dançantes, mas para contrabalancear com as clássicas músicas psicodélicas passadas, para demonstrar que o mundo nunca para e as gerações se inovam, sendo uma banda passageira ou não na história, ela trouxe um marco, que não foi ainda muito bem visto no meio popular, mas já se encontra lá, fazendo parte do cenário Indie, contribuindo para uma nova geração e promovendo mudanças. Inspirar muitos jovens para o olhar futuro, talvez fosse a real função de Of Montreal na música.


 Fontes: 
http://clubrock.com.br/news/historiadorock.htm 
http://pt.wikipedia.org/wiki/Of_Montreal http://salmonofrock.blogspot.com.br/2008/12/interview-with-of-montreals-james_12.html



quinta-feira, 14 de junho de 2012

Um debate sobre aborto


por Júlia,

Enquanto vários alunos que foram atingidos pela greve de ônibus no início de junho, não puderam ir a escola, as salas se juntaram e como as disciplinas não estavam exatamente programadas, foi dado sociologia a todos, e para aquela aula estava programado um debate. Ele abordaria o tema aborto e seria problematizado com algumas perguntas feitas pelas alunas Beatriz Pereira Costa e Giulia Platt da oitava série C.

Foi um debate que me chamou atenção, sempre quis discutir o tema, infelizmente a turma não estava tão voraz assim e a maioria só deu sinal de vida quando as meninas pediram a ela para que falassem sobre sua opinião. Segurávamos plaquinhas escritas com: não, sim ou depende, da qual tínhamos de levantar obrigatoriamente em cada pergunta feita pela dupla. Lembro-me de levantar a plaquinha “não” em tantas das vezes, em quase todas, menos na primeira pergunta, que ia logo ao ponto questionando se eu era a favor da legalização do aborto ou não. Sim eu sou, e deixei isso claro, é uma questão social, que ainda tenho dúvidas, e respeito quem tem opinião contrária.

Quando levantei a mão para minha fala, me expressei sobre o que sentia sobre o papel da sociedade com isso. Penso na verdade que deveria o aborto ser legalizado em respeito a saúde social, por que tantas meninas e mulheres hoje o cometem e perdem suas vidas. Foco mais nas adolescentes, que são vítimas até da própria sociedade, que as pressiona, desde a família do pai do filho gerado que não apoia que o filho torne-se responsável pela criança, aos pais considerando muitas filhas que engravidam cedo como “vadias” ou “prostitutas” ao invés da educação do uso de preservativos e outros meios seguros para não engravidar.

Para mim não se trata tão a fundo do direito da mulher com seu próprio corpo, pois nisso está incluso o corpo de outro ser, não trato a vida de um bebê com insignificância, mas não acho que é pela repressão que se dá esse ensinamento. Vemos que realmente não da certo, pois a procura pelo aborto clandestino se intensifica cada vez mais. É um erro de muitos na verdade, achar que por uma pessoa ser a favor da legalização do aborto ela está proclamando ser a favor do aborto em si. Também não elevo minha opinião sobre o próprio aborto tão afundo, pois não estamos na pele das meninas ou mulheres que o cometem.

A professora também adicionou outra pergunta logo após das respostas geradas pela primeira, e essa digo eu, foi a mais interessante, não querendo é claro desvalorizar o trabalho das alunas. Ela nos questionou se pensávamos realmente que se as pessoas ao cometerem o aborto clandestino (e são prejudicadas por eles) vão ter acesso a tratamento e aborto gerados em um hospital. Claro que estas são de classe média baixa ou pobres e tendo acesso apenas ao SUS. Tenho compreensão sobre o assunto, e não podia dizer que sim genericamente, foi até difícil pensar a respeito.

Porém eu acho que a luta por uma saúde de qualidade são outras conquistas, e que tem de ser pressionadas pela sociedade para que o governo de atenção necessária. Cheguei a conclusão de que se mesmo a legalização do aborto não gerasse a respectiva resposta esperada (da diminuição das mortes causadas por ele), estaria na verdade apenas ressaltando a situação da saúde pública do país, o que o tempo e a política possam talvez (com muita esperança) melhorar, e até dar mais devida atenção aos problemas ligados ao próprio aborto.

Não sou da ideia de que pela legalização as pessoas irão realizar mais esse ato. Eu sempre achei que seria bom se este assunto fosse tratado com mais frequência para que houvesse mais conscientização das pessoas (principalmente jovens) a não cometê-lo quando por medo do aceitamento familiar, ou mesmo de um futuro sem oportunidades de estudo, ou por desvalorização humana, como as mulheres adultas que vão á clinicas para realizar abortos mesmo tendo como sustentar uma criança. O valor da vida é importante, já vi documentários em que este era tratado tão banalmente que chocava realmente aos telespectadores, não tratando apenas do menosprezo da vida de outro, porém também de sua própria.

É realmente triste chegar a esse nível, de insegurança, desrespeito, mas é real. Quis chegar a esse assunto no blog para que as pessoas entendam também sua duplicidade, pois na minha opinião a legalização do aborto não seria algo como banalizar a vida, seria algo como pressionar o estado para que houvesse uma ação contrária, que com a realidade exposta possa haver uma conscientização social a respeito da vida.

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Dia dos namorados


por Beatriz,
                                                                                                       
O Dia dos Namorados é uma data comemorativa,                                                      não oficial, destinada aos casais de namorados, pretendentes e apaixonados. É tradição a troca de presentes, bombons e cartões com mensagens de amor entre namorados ou pessoas que se amam. Aqui no Brasil, esta data é comemorada em 12 de junho. Em outros países, como nos Estados Unidos, por exemplo, a comemoração ocorre em 14 de fevereiro (Dia de São Valentim – Valentine’s).

O dia dos namorados foi produzido no Brasil, em 1950, pelo publicitário João Dória, quando ele criou um slogan de apelo comercial que dizia  ´´ não é só com beijos que se prova o amor ``. Na época ele era presidente da Standart Propaganda, responsável pela campanha publicitária da loja Exposição Clípe (uma das mais modernas da década de 40). Como junho era um mês de vendas baixas, eles decidiram comemorar a data nesse mês e ainda escolheu a véspera de Santo Antônio, o santo casamenteiro, como o Dia dos Namorados.

No dia dos namorados tem um grande aumento nos lucros do comércio fazendo essa simples data comemorativa uns dos momentos alvos do comércio, foram precisos muitos anos para que a data se tornasse sinônimo de romantismo e, é claro, de consumo. Atualmente o Dia dos Namorados é a terceira melhor data comemorativa para o comércio. Só perde para o Natal e para o Dia das Mães.

Fontes:

terça-feira, 5 de junho de 2012

Eutanásia, seus conceitos e algumas de suas problematizações.


por Júlia,


Vários médicos praticaram o ato de matar um paciente por  “pena” ou por seu direito como dono de si em suicidar-se. Chama-se eutanásia, ela é feita  por profissionais da saúde, e normalmente feita quando um paciente em estado terminal determina que não quer mais viver e consente a este profissional que o mate. Há diversas outras situações em que ela se aplica, a eutanásia por exemplo, pode ser acometida quando a pessoa em estado terminal sofreria dores no resto de sua vida ou então quando esta está em coma e não há chances de acordar dele, porém é claro, com autorização dos parentes mais próximos: pais ou irmãos.

 Entretanto nas situações de coma o paciente não consente a autorização própria de matá-lo, mesmo que feita por parentes, isso implica muito na situação moral da eutanásia. Este é um assunto polêmico e consiste nas perguntas que provocamos a nós mesmos: se vale a vida sem os sentidos cognitivos presente no humano, ou então, se não seria injusto não matar uma pessoa que quisesse que o fizesse, pois sentiria dor ao resto de sua vida, ou estaria já arruinada emocionalmente? Tantos vários outros questionamentos nos impomos dependendo da situação da qual a eutanásia é deliberada. Logo após  1953 essa prática foi proibida, tanto pelas pessoas que se demonstravam contra a eutanásia, tanto a igreja católica, da qual falaremos mais extensamente depois. Está lei é aplicada de seguinte forma:

Art. 121 §3º - Se o autor do crime agiu por compaixão, a pedido da vítima, imputável e maior, para abreviar-lhe sofrimento físico insuportável, em razão de doença grave: 

Pena - Reclusão de três a seis anos. 

Porém, no caso de quando o paciente é submetido a viver em aparelhos ao resto de sua vida, mesmo não tendo mais atividade cerebral, não é crime recusar estes tratamentos, se for é claro, autorizado pelos parentes próximos (pais, irmãos) e se estiver no leito dois médicos presentes. É ainda cabível colocar que não podendo efetuar a eutanásia pela lei, um paciente em estado terminal pode ou sofrer com dores até seu fim ou então o espera, podendo isso ter um efeito psicológico não favorável a ele. O suicídio assistido também é proibido por lei (quando o paciente comete suicídio num leito de hospital por exemplo), muitas pessoas são a favor do direito de suas mortes, e muitas não.

A religião católica tem um papel bem relevante nos assuntos levados a eutanásia, ela se opõe veemente, pois está ligada ao fato de tirar a vida de alguém que apenas Deus pode retirar ou dar. Outras religiões, como o Islamismo, Judaísmo e etc., que tem menos adeptos no Brasil ao todo, também se opõe, como a maior parte das outras religiões. Temos de levar em conta o poder da igreja nas questões políticas no país, pois mesmo este país declarado Laico – ou seja, que não adota uma religião, e por isso pode tomar decisões políticas livre de qualquer doutrina [1].- tem maior população declarada católica, ou oriundas do evangelho.  Ainda assim há uma certa concordância da igreja a expressão que a vida do paciente não precisa ser necessariamente prolongada, como está na legislação:

 "Quando a morte se anuncia iminente e inevitável, pode-se em consciência 'renunciar a tratamentos que dariam somente um prolongamento precário e penoso da vida, sem contudo interromper os cuidados normais devidos ao doente em casos semelhantes'. (...) A renúncia a meios extraordinários ou desproporcionados não equivale ao suicídio ou à eutanásia; exprime, antes, a aceitação da condição humana defronte à morte" SS. João Paulo II, Encíclica Evangelium Vitae, n.º 65.


No Brasil não existem dados ou pesquisas realizadas sobre a eutanásia, não existem debates ou discussões, o assunto não é tratado em sala de aula e a pouca informação que é dada, vem da boca do povo.  É na verdade difícil saber o que nossos jovens sabem sobre o assunto (se o sabem) o que gera não só uma ignorância social, porém até uma intolerância dos mesmos. O que é dito é que aqui no país o tema  é tratado como sacrilégio, e muitas pessoas não se permitem estudar melhor o assunto, tendo reflexões inalteráveis de sua aceitação ou negação da eutanásia. Proponho que o leitor deste texto procure aprofundar suas ideias no tema aqui tratado, questionando sempre se possível a si mesmo, observando a relevância da opinião alheia. 

[1] Doutrina: Conjuntos de princípios adotados por uma religião. Podendo também se tratar de uma política, filosofia, ou temas jurídicos. 

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Olimpíadas

por Matheus, 
                      
  Olá eu sou o Mateus, e estou aqui para fazer minha primeira publicação no blog no 2º trimestre, e vou falar sobre como surgiu as olimpíadas, quando foi a primeira, quais foram os países que participaram e o que significa as argolas coloridas em seu símbolo.

A origem dos jogos olímpicos se deu  na Grécia antiga 776 a.c, mas eram só atletas da Grécia que competiam entre si. Tinham algumas modalidades.  Atletismo, luta, corrida de cavalo, e tinha pentatlo que era todas as modalidades já citadas e mais arremesso de peso e disco, e desde a Grécia antiga já tinha premiação com coroa de louros.

 A Olimpíada começou a mudar no ano de 1896, os atletas não competiam entre si, competiam com outros países, e não competiam com adversários do mesmo país. Foram  incluídas  novas modalidade como,  esgrima, luta livre, ginástica, halterofilismo, ciclismo, natação e tênis. Nesta olimpíada de 1896 os atletas já representavam seus países e não lutavam entre si, competiram 285 participantes representando 13 países. E neste mesmo ano tiveram as cerimônias com medalhas de ouro.

  Na bandeira das olimpíadas existem argolas que representaam cada continente do mundo. As  representa as cores oficiais dos países.

  Aqui está um breve o texto sobre a olimpíada, sua história, sua bandeira.

Fontes:

sexta-feira, 1 de junho de 2012

A transição do Rock no tempo.



 por Júlia, 

Homens negros faziam força e suor quando seus martelos e marretas batiam nas pedras que serviam nas  construções de estradas dos Estados Unidos. O som estridente causado era  entoado com músicas melancólicas de letras simples e versos melódicos. De certa forma, o que cantavam valia tal como um desabafo, um amenizador da realidade de seu povo. Aquelas mesmas músicas já viviam nas casas de festas da pobreza negra, mas em nenhum lugar sabia-se o que estas canções poderiam gerar, nem ao menos sabiam que tipo de música chamariam aquela.

Esta era a cena encontrada na transição dos anos 40 para os anos 50, mais tarde, já havia a música entoada pelos negros, chamada de blues, nome que sugeria a expressão blue, tristeza e melancolia, metáfora com a cor azul, significado original da palavra blue. E como muita gente não sabe, foi deste estilo musical que o rock se originou. O blues entrou numa transição com as guitarras elétricas, criando o r&b, e como a voz começara a se tornar inaudível pelo som da guitarra, e os versos agora eram jogados e falados alto. Logo, artistas como Chuck berry, transformaram o blues num som dançante e guiado pelas guitarras, este era o rock. Criou-se pela primeira vez a ideia de que o rock se posicionava como uma contra cultura, pois as letras das músicas geradas nessa época eram contra o sistema atual da sociedade, relacionando isso a música Black (dos negros Norte Americanos) já que eles cantavam suas canções com base em toda a injustiça e pobreza em que se encontravam. Foi pela proposta dançante e de contra cultura que o rock conquistou os jovens. Foi largada a corrida, várias bandas diferentes formadas por jovens apareciam nos Estados Unidos, mas um compositor chamou atenção, tornando-se depois um dos maiores músicos de sucesso no mundo, Elvis Presley. Ele compunha os mais animados ritmos, e introduzia os costumes dos negros nos EUA, sendo ele branco. Criou o movimento rockabille e por fim tornou-se muito comercial, acabando sua carreira como morto por overdose, dali ia-se uma geração de músicos que morriam nas drogas.

Foi nos anos 60 que alguns compositores historicamente famosos começaram. Abriram as portas para artistas que queriam se comunicar com os jovens de forma pacífica falando de amor e consumindo drogas. O conceito hippie se gerou  em meio a vários jovens que eram contra a guerra do Vietnã e as diversas coisas do sistema capitalista, levantando a bandeira de utopia, paz e amor. Foi assim que Janis Joplin, Jimi Hendrix e vários outros artistas importantes compunham historicamente os anos 60. Ao mesmo tempo em que esses artistas eram ligados a psicodelia e ao LSD, na Inglaterra, a cidade de Liverpool era terrivelmente industrializada, fazendo com que a maior parte da população fosse da classe trabalhadora, tirando os estudantes, onde estavam inclusos os quatro garotos que formariam o grupo Beatles. A música mudara para sempre nos anos sessenta, os Beatles criaram o pop, influenciando todas as  gerações posteriores a eles e o movimento hippie dera um marco para rock através dos tempos.

Mas nesta mesma década morreram três dos artistas que fundaram o movimento, Jim Morrison, Janis Joplin e Jimi Hendrix, todos por causa das drogas. Os Beatles se separam, e com eles o surgimento da frase célebre, "o sonho acabou", dito por John Lennon quando a utopia hippie se desvinculara da realidade. Porém nos anos 70, quando não se esperava mais nada, surgia o rock Progressivo, que trazia grandes composições muito bem elaboradas, como as músicas clássicas de Pink Floid e outras bandas que surgiam. Junto com o rock Progressivo, o Heavy Metal fora realmente constituído, e Alice Cooper juntamente com Ozzy Osborn tornaram-se um clássico. Porém em meio disso tudo, mais original seria o personagem Bob Dylan, que tocava apenas no violão e gaita, tendo influências country e do Blues ele gerou o Folk, que inspirara milhares de jovens, fazendo poesia com as letras de suas músicas e  combatendo o preconceito e a ilusão capitalista.

No finalzinho dos anos 70, um movimento inesperado viria a aparecer, o movimento Punk. As composições dos Punks viriam a ser uma forma de protesto violenta e rebelde, que teria na sua música uma instrumentação simples e de tempo curto, já não se aguentavam mais as músicas longas entoadas no rock progressivo. Querendo demonstrar repulsa e ódio, os punks persuadiram vários adolescentes a contestar o meio em que viviam, para isso utilizavam   também de uma única filosofia: “faça você mesmo, ou seja, não espere que a sociedade o faça”. "Punk tem o significado em inglês de algo repulsivo, nojento e de má índole", diz a estudante, Mariana Del Rei Martins, de 14 anos. Porém os que precederam ao punk ainda não eram relativamente violentos, mas sim contestavam os hippies e tinham letras mais cruas,  mas, podiam ser considerados até poéticos. Esses foram Velvet Underground, The Stooges,  passando por Patti Smith e outros precursores de um rock mais alternativo na época.

Do  começo ao fim dos anos 80 vieram sonoridades mais modernas, o new wave (nome criado pela mídia) revelava uma atitude pós-punk misturada com pop. O grunge era outro tipo de rock que tivera bastante repercussão no mundo, junto com as novidades pop, como Madonna ou Michael Jackson. Bandas como, Nirvana (grunge) The Smiths (pop e até considerados os criadores das bandas independentes), Talkin Heads (New Wave), foram algumas das que fizeram sucesso nesses estilos musicais. Neste tempo, houve uma grande miscigenação musical, mais liberdade sexual diante de gênero e aceitação dos diversos estilos. Nas baladas o pop conquistava, nas ruas havia o grunge e movimentos pós-punks, cada vez mais os grupos undergrounds apareciam, emergindo e dando espaço para os anos 90.

Dos anos 90 até 2000, algumas cenas alternativas ganhavam espaço, uma banda bem  clamada foi Radiohead, que era diversamente criticada. Segundo o estudante do Colégio de Aplicação Luiz Henrique Nicolau, 14 anos, várias bandas que não tinham visibilidade nos anos 80 foram descobertas. O rock pesado tinha várias ramificações, o Metal, o Heard Rock, o Scream.  Bandas independentes como The Strokes surgiram, sucedendo assim com Franz Ferdinand, Arct Monkeys e etc. Estilos como o novo psicodélico apareciam cada vez mais no meio Indie, tornando esse estilo musical cada vez maior.

Essa não foi só a época da tecnologia e da urbanização muito intensa, foi a reviravolta social. Começaram a existir coisas novas a todo o momento e as pessoas se comunicavam muito mais do que anteriormente. Isso pode ser que indique o fim de nossa viagem musical, tendo de ter que falar que cada movimento teve sua importância na sua época, muita inspiração e paixão, que até hoje os jovens alimentam. São afinal os ouvintes e os compositores que fazem com que o mundo torne-se não só um lugar onde você vive no seu meio social, mas sim que você lute pela melhoria de seu meio, conquistando-o a pouco, e tornando essa luta em arte, com a música é claro.