domingo, 31 de março de 2013

Teoria do aquecimento planetário - ficção ou realidade?

Por Lucas Mior


PARTE I

Nos confins do espaço ainda jovem, com apenas um milhão de anos, quando os níveis de poeira espacial estavam perigosamente altos a famosa nebulosa do Hunz estava em constantes alterações. Como toda nebulosa que se preze ela era cheia de rochas e pequenos meteoros vagando dentro dela e foi quando que por coincidência dois asteroides gigantes se chocaram e com a baixa temperatura e a alta gravidade no local formaram um médio planeta em forma de um cabelo encaracolado. 

O planeta se formou na passagem mais perigosa do universo, a passagem de Hunzata que é quando  tudo aquilo que se pesa um quilo tem que se multiplicar até virar uma pedra de uns 3 quilos e meio e todas as pedras de 3 quilos e meio se chocaram com o médio planeta Hunzovia e coincidentemente esculpiram um rosto completamente estranho um rosto que no futuro todos adotariam como imagem de seu Deus.
E surgiram os primeiros seres vivos, os seres unihunzares que se alimentavam de metano e a partir desse metano eles produziam hunxigênio. Isso ajudou e muito na formação mais completa do planeta, a vida além de seres unihunzares também os seres prihunz.
O planeta tomou forma com montanhas e planícies. A evolução da vida começou. No começo viviam os reixes no oceano esses reixes evoluíram e foram para hangartos que reinaram na hunzovia por um milênio! Eles evoluíram para chihunz que foi um ser parecido com o macaco prego do pantanal.
Esses seres evoluíram mais uma vez buscando o poder e ao consentimento que estavam vivos e poderiam fazer a diferença os Omo-ranpiens-ranpiens, que não evoluiram mais. O diferencial dessa nova espécie foi a inteligência posta a prova em grandes catástrofes que foram noticiadas, superadas e esquecidas com o tempo.

PARTE II
Esses seres do planeta ranzovia tinham um só deus em que toda a população do planeta acreditava, o deus supremo da guerra, do amor, da paz, da fraternidade e do trabalho. O Deus hunz. Essa religiosidade mantinha os seres unidos, de forma que a paz ia de acordo com o quê era feito para a sobrevivência e lazer de cada um.
Com o tempo, os Homo-hunpiens-hunpiens de inteligência, que se auto julgavam avançados deixaram de crer em seu Deus, o Todo Poderoso, que vivia em um planeta distante mas sempre pensava neles carinhosamente. O poder passou a enfraquecer o planeta assim como a união de seus habitantes em sua sociabilidade. Essa vulnerabilidade fez o médio planeta entrar em combustão pelos gases produzidos por estes seres arrogantes... Lentamente os recursos propriamente utilizados por eles foram se esgotando, o sofrer era tanto que alguns se matavam. Eles se conscientizaram do problema mas poucos fizeram a sua parte para restabelecer a ordem e a saúde dos seres do planeta. Assim, ninguém sobreviveu para contar a história. Ou não?
Um dos pouquíssimos sobreviventes veio parar na Terra. Percebeu que aquele planeta estava se encaminhando para o mesmo destino que Hunzovia. Tentou conscientizar os humanos de qualquer jeito, para reverter a situação. A semente foi plantada, mas de nada adiantou, aliás, só piorava, e o meio ambiente foi sendo destruído, e o tal do aquecimento global fez com que os recursos ficassem escassos. O egoísmo natural dos humanos prevaleceu,  assim selando o destino da espécie. A extinção? Assim o caminho da vida é. Mas claro, ainda dá tempo de mudarmos isso, se repensarmos nossas   atitudes...



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